Circo das Palavras
18 de janeiro, 2006
* Farolever
Por favor,
Não me perca de vista,
não deixe que eu desapareça de sua vida,
sem antes precisar de mim.
Por favor,
Não me deixe ir embora,
sem antes saber quem sou
e quais são os meus sonhos.
Quem sabe os meus sonhos são
iguais aos teus.
por favor,
Não me perca de vista nunca,
mesmo que não estejas interessado hoje
pode ser que um dia,
você tenha saudades de mim.
Por favor,
Não me deixe seguir sozinha
esta estrada,
sem antes saber que gostaria de ir também,
sem antes descobrir que é exatamente
o caminho que sempre procurou.
Por favor,
Não me perca de vista,
talvez eu possa ser pra você,
a tão sonhada felicidade,
o tão esperado caso de amor,
a sublime realidade de viver.
Por favor,
Não me perca nunca,
deixa-me alimentar esta chama,
de rodopiar ao vento,
enrolar-me em teu corpo
na esperança que você me chame.
Por favor,
Não me perca de vista
talvez você precise de mim,
da minha companhia
mesmo que seja apenas pela webcam,
na hora da solidão
e de repente você descobre
aquele amor por mim.
Por favor,
não me perca nunca!!!!
15 de janeiro, 2006
* Amor Divina Providência *
1
Ai, como é bom a gente amar
sem ao menos sequer se perguntar
as maravilhas deste estado singular
pelo qual sempre anciamos esperar.
2
É ocasião pra se guardar
tudo nos faz sempre recordar
que para nós sempre existiu um lugar
quando nos propormos serenamente a gostar
3
Entendo e sei agora o que é compartilhar
uma dor, ou uma alegria singela por clamar
momentos esses que me fizeram secretamente sonhar
mas que agora tudo se engloba,se faz por renovar
mágico presente, não ignora a luz de um luar
4
Quem sabe essa é a hora de chorar
de agradecer um estado pleno,sem cobrar
repartir com os deuses este acaso único e louvar
de uma eterna espera, veio abençoado me tocar
ó presente feliz, por favor não vá embora, agora sei o que é amar....
Luis Lopes
Ps: Poema meu, dedicado a todos que amam, ou já amaram...... :)
* Aquarius Celestis *
1
Forever, mulher misteriosa
Alma boa, pura, caridosa
dizem alguns ser geniosa
Tens um corpo de avião!
2
Só dorme agora de madrugada
ouvindo nossas músicas se sente adorada
Procurando porquês, mas é fechada
Tudo é paulatino, ela quer uma solução!
3
Sua sensibilidade é marca registrada
Se emociona na webcam, quer ser amada
Clama por carinho, diz ser mal cuidada
Como explicar que amar é compreensão !
4
Seu sorriso ilumina minha estrada
diz que sou andarilho, anda enganada
procuro apenas o amor em cada morada
quero ouvir dela, que peixe é a sua paixão !
Luis Lopes
Ps: Te amo !
23 de dezembro, 2005
EU VOCÊ A MÚSICA E A WEB
A música me dá a certeza da eternização
Apesar de saber
Que sou finita.
Sei que aquilo que sonho, sinto
falo e escrevo
podem se tornar eterno.
Gosto de música e tento sonorizar
os meus momentos.
Te carrego na lembrança
e no coração.
Fantasiei seus atos,
seu sorriso,
seu olhar.
E em cada fantasia
existe um pedaço de música.
Uma música inteira,
talvez nada tenha a ver.
Mas existe nela
uma palavra,
um som
ou uma loucura
que lembra você.
Algumas gravadas com
lucidez.
Outras no desespero
da busca estéril
de alguma utopia.
As fantasias eu já vivi.
Agora vivo os
momentos com você
e que acada dia
ficam mais doces,
e, se conseguisse
juntar todas as músicas
do mundo,
não conseguiria
sonorizar
o quanto gosto de você.
Forever.
Esse lindo poema foi-me enviado pela Forever.....uma pessoa mto especial q entrou na minha vida, e me que dedicou esse poema, aos nossos momentos únicos no MSN com música, vídeo e muitas emoções........
Forever obrigado por vc ter entrado em minha vida....TE AMO !
20 de dezembro, 2005
"Lascivo Andarilho Errante"
1
Inerte sigo o meu caminho
Entre passos descoordenados
a vida têm que continuar seu trajeto
sensações, sentimentos, livre pulsar
duros pesares de um andarilho
que não pára de caminhar
2
Entre penumbras e trevas sombrias
visualizo uma trajetória distante
é luz que me guia, farol que me cega
ora tão presente, ora tão incerta
um misto de conforto e indagações
Meu deus que luz será esta ?
3
O que vejo à frente é o futuro
iluminado certamente mas ofuscado
o brilho é intenso (quando presente)
mas nada que vejo nele se enxerga
isso me dá uma atroz esperança
de que essa luz seja ténue passado
4
O passado me impele a caminhar
vivi, sobrevivi, quero andar
vivências tão sublimes, tão únicas
como posso singelamente ignorar
que os passos são ainda descoordenados
mas não há nada que me faça parar
5
O presente se faz passado e futuro
ele dita as regras, é onmipresente
disso não posso fugir ou compreender
que vivi cada segundo,cada minuto
entre memórias triste e dispersas
mas as alegrias me fazem caminhar
6
Vivo e vou vivendo na intemporalidade
de um coração que têm fome e sede de viver
tão ligado às memórias de pegadas apagadas
pisando com passos descordenados, novas pegadas
meu deus que luz será essa, me responda
quero ver essa luz, mas não quero nunca parar...
LUIS LOPES
Acabei de criar hoje esta poesia. Se gostou dela, por favor não se prive de deixar um breve comentário........Obrigado.......!
1 de junho, 2005
As loucas noitadas das elites Paulistas endinheiradas.
As loucas baladas dos paulistinhas endinheirados
Ecstasy, cocaína, maconha, champanhe, sexo grupal e muita arrogância. A reportagem da AOL acompanhou uma balada da "Geração $", formada por filhos da alta sociedade paulistana. Com indicação de amigos dos jovens – que falavam de lendárias festas com muita droga e nenhuma inibição – acompanhamos algumas baladas no início de 2004. Os primeiros encontros deram em nada. Numa noite de sábado de fevereiro passado, porém, os boatos se confirmaram
Por Ana Santa Cruz e Rodrigo Brancatelli
A estudante de Administração Nicole*, de 21 anos, filha de um conhecido empresário do ramo têxtil, estará daqui a algumas horas desmaiada em um quarto de hospital na zona sul de São Paulo, com a sua calça Gucci suja de vômito e com um cateter na veia por meio do qual ela receberá altas quantidades de glicose para rebater o efeito do excesso de álcool. Nicole mal irá se lembrar de, no espaço de horas, ter fumado dois cigarros de maconha, tomado um ecstasy na forma de coração e outro na forma das orelhas do Mickey Mouse, bebido uma garrafa inteira de champanhe Möet et Chandon e ter feito sexo com dois garotos que nunca viu na vida.
“Comigo tem que ser assim mesmo. Tudo aos extremos”, dizia a garota ao repórter, enquanto se preparava para a balada. “Gosto de dar para um monte de caras, de misturar Prozac com champanhe, de cheirar cocaína até meu nariz sangrar. E não me importo com a sua opinião moralista, típica da classe média. Tenho dinheiro suficiente para não me preocupar com você ou com mais ninguém”.
>>>na boa, alguém dizendo isso soa realista? Parece que o repórter quis fazer uma matéria de ódio à alta burguesia.<<<<
Nicole faz parte de uma geração escancaradamente frívola e preconceituosa, formada por filhos de gente muito rica. É a “Geração $”, como eles gostam de se definir.
>>>vc já viu alguém se definir como 'geração $'? E como se diz, cifrão ou dólar???<<<<
Têm a vida inteira pela frente e nenhuma preocupação com assuntos que assombram outras pessoas, como falta de dinheiro ou necessidade de escolha de uma profissão para ganhar a vida.
“Posso torrar R$ 5 mil em um vestido para usar apenas uma vez e depois encostá-lo no armário”, diz Nicole ao repórter. “Não consigo ficar assistindo tevê em casa ou trabalhando em algum escritório estúpido na frente de um computador. Estou acima disso tudo. O dinheiro dos meus pais me possibilita curtir a vida sem preocupações e sem falsos moralismos”.
>>>ou o repórter é amigo íntimo da moça ou inventou isso aí. Não duvido que as pessoas pensem isso, mas quem sai dizendo pra qualquer um??? Parece inventado.<<<
Enquanto fala da vida, Nicole manda o motorista do seu Mercedes preto se apressar. O relógio Armani no pulso, avaliado em R$ 2 mil, avisa que já passa das 23h e todos seus amigos devem estar esperando furiosos na frente da Disco – conhecida como a balada mais cara e restrita de São Paulo, no bairro de Vila Olímpia, zona Sul da cidade. É sábado à noite, e a noite de São Paulo nem imagina o que Nicole e seus endinheirados colegas vão aprontar.
“Demorei porque a besta da empregada esqueceu de passar a minha calça Gucci”, brinca a garota com os amigos ao descer do carro. “Definitivamente não dá para confiar em pessoas de cabelo pixaim.” Fernanda, filha de um banqueiro que mora no Rio de Janeiro, ri escandalosamente da observação da amiga Nicole. Além de compartilhar da visão do mundo, as duas são fisicamente parecidas. Morenas, baixinhas e superproduzidas. “Empregada é uma droga mesmo”, diz a carioca de 20 anos que largou recentemente a faculdade de Publicidade e ainda não decidiu o quê estudará a seguir. Ela veste um modelito exclusivo assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch. “Todas as empregadas são ignorantes. É por isso que elas têm de ganhar salário mínimo.”
>>>que natural esse comentário!!! Nem parece inventado para soar preconceituoso e nojento. Não duvido que se pense isso, mas a mina indo pra balada se dar ao trabalho de tecer esse comentário justo quando o jornalista está lá............ <<<<
Fernanda está acompanhada de mais três meninas que aparentam ter a mesma idade e de dois garotos já mais velhos, com mais ou menos 25 anos. Todos têm pais ilustres – duas são filhas de empresários bem sucedidos, a outra é herdeira de um fazendeiro do interior paulista, o garoto loiro é filho de político. Apenas um deles é uma incógnita. Seu nome é Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discussão pelos colegas. “Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. Não precisou explicar de onde vem para ser incluído na turma” explica Nicole.
>>>que conveniente que "Nicole" estava com espírito de guia turístico aquele dia, pra explicar tudo..................<<<
A fila na frente da Disco começa a aumentar, mas uma nota R$ 50 na mão do segurança é o suficiente para que Nicole e seus amigos a furem. A entrada custa R$ 70 para homens e R$ 35 para mulheres, mas eles desembolsam mais R$ 100 cada um apenas para ter direito a sentar em uma mesa. “Somos VIP’s, merecemos tratamento diferenciado”, diz Fernanda, enquanto abre uma garrafa de champanhe Möet et Chandon – a primeira de sete que serão consumidas na noitada.
>>>mais um comentário natural 'somos vips, merecemos um tratamento diferenciado<<<<
Ali na mesa, fica mais fácil para Carlos disfarçar uma carreira de cocaína que prepara na frente de todo mundo. Os amigos brincam que ele tem o nariz nervoso, não consegue ficar um dia sequer longe do pó. Fernanda percebe o gesto e corre para filar um pouco da droga enquanto Nicole, do outro lado da balada, amassa a roupa cuidadosamente escolhida com um rapaz mais velho que acabara de encontrar. Dias depois, procurada pela reportagem da AOL, a direção da Disco, por meio da assessoria de imprensa, diria que os clientes pegos com drogas no interior da casa são colocados para fora.
Depois de duas horas e R$ 890 gastos em bebidas, o grupo decide deixar a balada e procurar algum outro lugar para terminar a noite. Ou melhor, para começá-la de fato. “Vamos para a minha casa, hoje não tem ninguém lá, meus pais estão viajando”, sugere Fernanda. “Podemos comprar umas bebidas, ligar para uns amigos e fazer a festa lá mesmo. Com quantas pessoas será que eu vou transar hoje?”
>>>super natural dizer isso<<<<
A idéia de Fernanda até que foi comportada para os seus padrões. Da última vez que convidou os amigos para ir até a sua casa no Jardim Lusitânia – uma mansão na zona Sul de São Paulo com três salas, sete quartos, duas cozinhas, um pátio que se derrama na parte dos fundos com a piscina, uma edícola destinada aos hóspedes dos donos da casa e, num canto, um canil, abrigo de três cães, dois deles belíssimos huskies siberianos –, ela pagou três prostitutas e dois garotos de programa para animar a reunião. De outra vez, fez uma vaquinha e comprou 100 gramas de cocaína. Os amigos da garota contam que ela, numa das baladas que deu, fez sexo com três amigos de infância na piscina, ao mesmo tempo, enquanto os vizinhos viam e ouviam tudo.
>>>>não duvido<<<<
São quase três horas da madrugada e os carros começam a se enfileirar na porta da mansão. Em pouco tempo, há cerca de 25 jovens no local. Todos da turma são muito parecidos – os garotos vestem camisa de algum estilista famoso e caro, Herchcovitch, Sommer ou Haten, e calça jeans igualmente exclusiva, mas que pareça estar bem suja. Já as meninas só usam preto, sempre de marca estrangeira, e não desgrudam de suas bolsas abarrotadas de maconha e, eventualmente, camisinhas.
>>>>então se revistou a bolsa das meninas? E qual o problema de ter camisinha? Não é uma coisa positiva?<<<<
Para deixar as garotas mais “soltinhas”, os rapazes preparam um drink especial com vodca, suco em pó light e comprimidos de ecstasy picados em pedacinhos microscópicos. Quando elas se derem conta, já estarão dançando coladinhas e dando beijos calientes umas nas outras, no meio da sala decorada com uns poucos móveis antigos, de estilo europeu.
Para a maioria delas, não faz a menor diferença saber se tomaram drogas misturadas à bebida porque a intenção é ficar doidas mesmo. “Essas garotas aí estão loucas para dar”, aponta o estudante de Administração Thomás, de 22 anos, herdeiro de um médico famoso e amigo de longa data de Fernanda. “A única coisa que elas têm para fazer na vida é gastar o dinheiro da família. As mais novas, aliás, são as mais danadas. Eu, por exemplo, transei com muita menininha filha de ‘sei-lá-quem’ dentro do meu Civic ou em banheiros de baladas. Já ‘tracei’ muitas Lolitas Pilles por aí.
Thomás se refere à escritora francesa de 19 anos, que chocou o mundo ao descrever tudo o que se passa no mundinho milionário de Paris no seu livro de estréia, Hell. A tradução em português chegou às livrarias do Brasil no final de 2003 e vem ocupando lugar de destaque nas prateleiras das livrarias. Nascida em berço de ouro, Lolita Pille passou boa parte de sua vida torrando o dinheiro dos pais, desrespeitando regras de trânsito e dançando até de manhã nas boates.
Quando se cansou da farra, a garota escreveu as 224 páginas do livro. "A 200 km/h pelas ruas de Paris, onde não é bom caminhar quando estamos no volante, misturamos álcool com cocaína e cocaína com ecstasy", escreve. "Eu sou um produto da Think Pink Generation. Minha crença: seja bela e consuma. Sou a musa do deus 'Aparência', sob o altar do qual eu queimo alegremente todo mês o equivalente ao seu salário".
Os relatos de Lolita poderiam muito bem ter sido escritos pela paulistana Nicole, pela amiga Fernanda, ou por qualquer uma das meninas que dançam e se beijam sem blusa na sala de estar da casa de piso de mármore claro do bairro paulistano de Jardim Lusitânia. “Entrei numa boate aos 14 anos e nunca mais sai”, confessa a escritora francesa em Hell, numa de suas muitas tiradas infanto-niilistas. “De qualquer maneira, o que fazemos é vergonhoso. (...) E daí? É você quem paga a conta? Enfim, por hora está bom para mim. Minha única preocupação é o vestido que vou usar hoje...”
O uso de drogas na mansão de Fernanda é tão disseminado que até cinzas de cigarro chegam a ser confundidas com cocaína. Num canto da sala, três caras dividem uma pedra de ice, droga sintética, derivada da anfetamina, que parece um cubo de gelo, sem se importar com a presença de um estranho, o repórter da AOL. Noutro, duas adolescentes que não aparentam ter mais de 15 anos cheiram B-25, ou cloreto de metileno, mais conhecido como cola de acrílico. E isso sem falar nas cápsulas de efedrina, de efeito estimulante, oferecidas como se fossem balas de goma.
Nicole, então, já usou e abusou de tudo nesta festa. E mesmo assim ela ainda quer mais.
>>>sinal de sensacionalismo. O jornalista se põe como narrador mágico que explica as vontades de terceiros....<<<<
Em uma só tacada, engole dois comprimidos de ecstasy que estavam jogados em cima da bancada americana, plantada no meio da espaçosa cozinha principal, toda equipada com eletrodomésticos em aço inox. Um comprimido é rosa na forma de coração e o outro azul na forma das orelhas do personagem Mickey Mouse. “Tô bem, tô bem, ainda tô sóbria”, balbucia, pouco antes de tropeçar em uma cadeira e cair estatelada no chão.
Dois caras levantam Nicole e carregam o seu corpo praticamente inanimado para uma das suítes do primeiro andar da casa. É o quarto dos pais de Fernanda. Nicole acorda e puxa os dois garotos desconhecidos para a cama, tira as calças e começa a fazer sexo sem se preocupar com os olhares curiosos dos que estão olhando pela porta aberta. O show não dura muito tempo – minutos depois, Nicole levanta correndo e tenta chegar até o banheiro. Em vão. Ela acaba vomitando em cima de um dos garotos e no piso de mármore. Vomita tanto que sai até bile.
“Sério que eu fiz tudo isso mesmo?”, perguntaria Nicole mais tarde, enquanto deixava o quarto do hospital. O braço direito até dóia de tanta glicose que foi injetada na sua veia. Com olheiras enormes, sua amiga Fernanda só tinha forças para responder afirmativamente com a cabeça. “Que saco! Eu sempre apago nos melhores momentos. Mas tudo bem, semana que vem tem mais. Fê, você tem certeza que não foi um plantonistazinho de merda que me atendeu? Porque esses residentes não sabem de nada, ganham uma merreca... Não posso ser atendida por um imbecil qualquer.”
>>>>>>Sei lá, cheira a invenção de jornalista que quiz fazer uma matéria sobre a decrepitude capitalista da alta burguesia, sendo que qualquer classe média baixa faz as mesmas coisas só que com menos dinheiro. Só que a gente se sente melhor quando pensa que só as classes acima de nós são deturpadas pelo dinheiro.<<<<<<
9 de dezembro, 2004
Hino do Flamengo

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo
Flamengo eu sempre hei de ser
É o meu maior prazer, vê-lo brilhar
Seja na terra, seja no mar
Vencer, vencer, vencer
Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer
Na regata ele me mata, me maltrata, me arrebata
Que emoção no coração
Consagrado no gramado, sempre amado, o mais cotado
No Fla-Flu é o "Ai, Jesus!"
Eu teria um desgosto profundo
Se faltasse o Flamengo no mundo
Ele vibra, ele é fibra, muita libra já pesou
Flamengo até morrer eu sou
É eu sou!